Jornalista argentino para sair da rotina trabalha como garçon em Alter do Chão

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Argentino deixa rotina de jornalista para trabalhar como garçom em Alter
Leandro Blanco Pighi pretende com o trabalho conhecer a cultura local. Ele cruzou vários países antes de desembarcar em Santarém em setembro.

A praia Alter do Chão, eleita em 2009 a mais bela do país pelo jornal inglês “The Guardian” não cansa de encantar turistas do mundo todo, entre eles o jornalista argentino Leandro Blanco Pighi, de 26 anos. O jovem que nasceu na cidade de Córdoba viu nas águas transparentes, areia branquinha e na calmaria da vila balneária que fica a 40 de quilômetros da área urbana de Santarém, no oeste do Para, o cenário ideal para passar uma temporada relaxando e curtindo as paisagens naturais.

Interessado em conhecer melhor a cultura local, Pighi conseguiu um emprego de bartedender em um restaurante da ilha no mesmo dia que chegou. “Quis compreender melhor o idioma português, conhecer e interagir com outras pessoas que viajam e estão em movimento. Isso faz parte do aprendizado que sempre busquei”, contou.

Leandro ficou encantado com a beleza da vila balneária (Foto: Leandro Blanco/Arquivo Pessoal)

A viagem do jornalista, que é também escritor começou em abril deste ano. Ele cruzou vários países antes de desembarcar em Santarém, no início de setembro. O argentino contou que veio de barco pelo Equador, passou pelo rio Napo e depois seguiu pelo rio Amazonas. Ao todo foram quinze dias de viagens pelos rios da Amazônia em sete embarcações diferentes.

Pighi não possui vínculo de trabalho com nenhuma empresa de comunicação na Argentina. Ele tem se dedicado a divulgar o livro “Viajeiro Intermitente” que escreveu sobre as viagens que fez ao redor mundo, além de crônicas para um site argentino.

Atualmente o argentino está fazendo o que mais gosta: viajando, e escrevendo sobre a cultura de cada lugar diferente que conhece.

Se não tivesse tanto desejo de viajar pelo Brasil, o jornalista  afirma que permaneceria em Alter do Chão por muito tempo. Ele contou que ama as paisagens e a tranquilidade do local e considera o povo acolhedor. Para Pighi, Alter do Chão é daqueles lugares que inspiram e possibilitam uma conexão coma natureza. “É um lugar realmente inspirador”.

Ao todo foram quinze dias de viagem pelos rios da Amazônia em sete embarcações diferentes (Foto: Leandro Blanco/Arquivo Pessoal)
Info:  G1 santarém
Post: waldemir santos

waldemir

Radialista/Blogueiro,